Eu Falei que eu disse...
1) Qual sua primeira lembrança musical?
Meu pai ouvindo concertos de piano de Mozart e Bethoveen
2) Seu primeiro trabalho no negócio da música?
Tocar na noite paulistana aos 16 anos
3) Quando e como aconteceu sua primeira grande aparição no mercado?
Nescfé and Blues em 1995 e 1996 tocando ao lado de nomes como Johnnie Johnson e Pinetop Perkins entre outros.
4) O ponto alto da sua carreira?
Posso citar alguns,tocar no House of Blues em New Orleans, dividir palco com grandes nomes que citei acima e a grande aceitação da mídia nacional e internacional de meu último trabalho.
5) Maior desapontamento?
O escasso mercado de trabalho no Brasil.
6) Qual é o momento do cenário musical brasileiro?
É o mesmo de sempre,temos um público que se interessa muito por música de qualidade e em contrapartida uma mídia que vive em função do “jabá”..
7) Se pudesse mudar qualquer coisa na indústria musical brasileira, o que seria?
Uma divulgação mais justa para todos.
8) Em termos de mercado: pode levantar algum diferencial que Brasilia tenha em relação a outro estados?
Infelizmente por ser de São Paulo não conheço muito o mercado de Brasília.
9) Um conselho sobre música em Brasília, para um jovem artista de fora?
10) Se pudesse jantar com três artistas (do passado ou presente), quem seriam?
Otis Span, Oscar Peterson e Jimmy Smith.
11) Qual é “A” pergunta que sempre quis fazer (para qualquer um dos três)?
Como você “enxerga” a música?
12) Em sua opinião, houve algum artista específico que foi o grande propulsor da música brasileira no mundo?
Tom Jobim
13) Como ponto de referência na música brasileira hoje, o que nós deveríamos estar ouvindo?
Acho que temos que ter ouvidos abertos para todos os tipos de música desde que tenha qualidade e feeling.
14) Qual seu próximo grande desafio?
Divulgar e distribuir meu próximo cd nos EUA e Europa.
15) Seu álbum favorito (CD ou Vinil) de todos os tempos?
Night Train – Oscar Peterson Organ Grinder – Jimmy Smith
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Ari Borger
www.ariborger.com